sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

O regresso do carrinho de chá/bar (parte I)

Certamente muitos de vocês se lembram desta mítica peça de mobiliário em casa dos vossos pais ou avós. Falo do famoso carrinho de chá (ou café, tanto faz). Alguns se calhar lembram-se mais como o carrinho-bar porque muitos modelos têm espaços próprios para garrafas e copos.

"Sim, lembro-me bem" - dirão vocês - "mas isso é do mais piroso que há!". Pois bem, desenganem-se, porque passo a informar-vos que esta icónica peça deixou a sua aura pirosa no passado e regressou em grande estilo na decoração vintage, que eu adoro como já tive oportunidade de vos dizer em posts anteriores.

É natural que não se fiem só porque sou eu a dizer. Mas para além de agora os poderem reencontrar em lojas de decoração como a Area, por exemplo, tenho mais algumas "provas cientificas" para vos mostrar como é linda esta peça e como resulta tão bem para diversas utilidades e em diferentes divisões da casa. 

Ainda céticos? É natural, mas abaixo encontram alguns exemplos que selecionei (podem encontrar inúmeros aqui). Há modelos para todos os gostos e de todos os materiais mas em prefiro os cromados, e como ando com a "febre do ouro" cá em casa, o olho foge-me sempre para os dourados...


Como bar, na sala de estar/jantar











Como bar e exposição de objetos de decoração






Como mesa de cabeceira, no quarto.



No escritório.




Na casa de banho, como móvel de apoio.



No jardim (interior ou exterior), para exposição de plantas ou mesa de festas.





Estes são apenas alguns exemplos. 

Convencidos? Espero que sim. Claro que quem gosta de decoração super moderna e clean certamente não estará muito..., mas se assim for este post não é para vocês.

E porque é que esta é a 1ª parte do post? Porque como não podia deixar de ser fiquei "invejosa" e também quis um carrinho destes cá para casa e não é que encontrei no OLX um impecável por um preço bem supimpa? 

No próximo post mostro-vos tudo e mais umas reciclagens de objetos.

Vemo-nos por aqui ;D


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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Mini escritório (remodelação parte II)

O prometido é devido!

Ansiosos para ver a esperada remodelação de que vos falei no post anterior? Bem, vamos com calma que antes de mostrar o resultado final vou ainda dar-vos alguns pormenores do processo.

Começando pelo princípio, quais eram os principais problemas do escritório? Vários:
- não havia nenhum fio condutor em termos decorativos. Estava apenas um amontoado de material de escritório sem grande estilo;
- tinha poucos recipientes para guardar materiais e tralhinhas diversas;
- os cabos dos equipamentos eram um emaranhado de fazer perder a paciência e estavam sempre espalhados por todo o lado;
- estava demasiado cheio física e visualmente.

Os objetivos:
- dar um ar mais sofisticado mas acolhedor ao mesmo tempo;
- melhorar a organização criando um sítio para cada coisa para garantir que está sempre tudo arrumado;
- reciclar alguns objetos que já tinha e outros baratinhos que comprei;
- criar a coerência cromática que não existia antes;
- ser um "cantinho da família".

Os objetos:
Nesta remodelação reciclei alguns objetos, uns que já tinha, outros que comprei para o efeito no sítio do costume (não, não foi no Pingo Doce, foi na loja chinesa lol).

Tirei fotos apenas destes dois para ficarem com uma ideia de como eram antes e não sobrecarregar muito o post.



Conjunto de secretária em rede metálica 

Comprei também um cesto de papéis idêntico ao recipiente das canetas, mas em tamanho grande (foto abaixo).

O resultado:
Não é um "antes e depois" dramaticamente diferente (a foto do "antes" também não ajuda a perceber bem) mas posso garantir-vos que embora seja uma alteração subtil faz muita diferença, visual e psicologicamente.


Antes 

Depois 


Os pormenores:
Passo a mostrar-vos mais em detalhe alguns pormenores da remodelação.



Passei a ter cesto dos papéis que não tinha de momento (e que falta me fazia!). O original era preto e custou-me €5. Vejam como ficou lindo com o habitual "banho de ouro" com spray. Até já me disseram que achavam que era daqueles artigos finesse, estilo da Area ou Zara Home.

O conjunto das caixinhas já tinha (acho que comprei no Continente) e serviram de inspiração em termos cromáticos (isso e as minhas fitinhas estilo washi tape de que vos falei recentemente). O toque mais sofisticado veio com os objetos dourados.


A moldura é do IKEA e também já tinha. Aproveitei para colocar uma foto das twins (ainda tenho poucas cá em casa) e a caixa que virou dourada pertence a um conjunto de escritório também do IKEA (em PVC preto), que pintei com o spray e ficou para guardar os agrafadores. O crachá foi brinde da Corrida "Sempre Mulher" em que participei recentemente.


Para guardar colas, purpurinas e outras tralhas de trabalhos manuais achei piada à caixinha rosa às pintas e riscas (é a mais pequena de um conjunto de duas que me custou €4,5). Em cima da caixa coloquei o conjunto de secretária em rede metálica que também pintei de dourado, onde coloquei blocos de papel para pequenas notas, fita cola, fita washi, etc. O suporte para canetas à direita também já tinha. É de plástico e era azul turquesa transparente (all made in china, como não podia deixar de ser).


O copo de canetas e outro recipiente para papéis, do conjunto do IKEA de que já vos falei acima, ambos pintados de dourado.


A moldura do quadrinho detrás já tinha, depois foi só pesquisar na net uma frase gira sobre a família, neste caso, pintar das cores da paleta de referência e imprimir. Nada mais simples. 

A caixinha redonda metálica é uma caixa de drops que pintei e passou a ser para os clips. A moldura da frente é parte de uma moldura preta de madeira do IKEA que estraguei nas primeiras experiências com o spray. Fiquei só com o vidro e a parte de trás com o suporte e prendi tudo nas pontas com a washi tape e ficou bem giro e colorido.


Na parede de fundo colei com washi tape um trabalho em serapilheira que a Rita tinha feito no infantário para oferecer no dia do Pai, de que gosto muito. Para destacar o trabalho colei sobre uma folha de papel azul.




O emaranhado de cabos e transformadores ficou resolvido com um cesto de verga azul redondo. Tudo metido lá dentro e "longe da vista longe do coração"! Mas tenham atenção para não enrolar os cabos demasiado apertados porque podem partir ou provocar sobreaquecimento.

E pronto!

É tudo no que ao mini makeover do escritório diz respeito. Modéstia à parte acho que todos os objetivos foram alcançados.

Espero que tenham gostado e que tenha dado para tirar ideias que sirvam de inspiração para alguma coisa idêntica que queiram fazer aí em casa.

Vemo-nos por aqui ;D


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Mini escritório (remodelação parte I)

Quando comprámos a nossa casa, optámos por juntar a sala com a divisão ao seu lado para assim poder fazer a zona de jantar e ficar com uma sala globalmente maior. A divisão que foi "sacrificada" era um quarto (mais concretamente a suite, que passou para outra divisão). 

No espaço do antigo roupeiro tínhamos inicialmente pensado em colocar uma série de prateleiras embutidas para ter alguns objetos decorativos (iluminados com uns focos de luz) e por baixo teríamos um móvel estilo aparador, para servir de arrumação de tralha de apoio à mesa de jantar. Mas depois de muito refletir sobre o assunto, concluímos que seria um excelente recanto para fazer um mini escritório embutido (também conhecido por office closet). Mantínhamos as prateleiras (mas em menor quantidade) e fazíamos um móvel mais alto com portas basculantes. 

Concluída a obra ficámos muito satisfeitos por termos optado por esta solução, por diversos motivos: 
- evitámos sacrificar uma divisão ou zona maior da casa para servir a finalidade de escritório;
- permite que estejamos juntos na mesma divisão mesmo estando no computador, (sim, porque ninguém gosta de estar isolado e sozinho numa divisão quando pode estar a trabalhar ou na net e dar dois dedos de conversa e em simultâneo ir dando uma espreitadela para a televisão);
- por ser um escritório pequeno evita que acumulemos muita tralha. Um dos problema deste tipo de divisões, com estantes, uma grande secretária e espaço com fartura, é haver tendência em acumular tralha, papelada e coisas que já não usamos, etc.
- o facto de ter portas, permite que a qualquer momento as fechemos e fique escondida alguma eventual desarrumação. No nosso caso, como as portas são brancas e a parede também, quase nem se percebe que existe ali alguma coisa.

O layout do escritório foi definido por nós com base nas nossas necessidades, claro está, e com a ajuda de alguma inspiração que tirámos da net (alguns exemplos abaixo). 




Existem imensos exemplos deste tipo de solução (espreitem outras ideias aqui), uns mais complexos do que outros. Nós optámos por não complicar muito e o resultado final foi o que podem ver abaixo (desculpem as fotos não serem tão apelativas como as da net, mas a minha máquina estava sem flash...).


Fechado
Aberto      

Nesta foto não é muito visível, mas a parte de baixo onde tem os dossiers é um módulo independente que tem rodinhas e dá para retirar (para limpar, por exemplo). A prateleira do teclado tem umas calhas que permitem recolher quando este não está a ser usado.

As portas dobram-se sobre si mesmas e afastam-se para o lado.

E o que me levou a escrever este post? 

Primeiro para partilhar a ideia de como resulta a funcionalidade deste tipo espaço. É a solução ideal para quem casas pequenas e precisa de um cantinho para trabalhar.

Segundo, porque como podem ver pela imagem acima, mesmo sendo um escritório mini já estava meio "bagunçado", como diriam os nossos irmãos brasileiros, e claramente que se impunha com urgência retomar "a ordem e o progresso" LOL.

Assim, como esta é apenas a primeira parte deste post, aguço desde já a vossa curiosidade para espreitarem no próximo post como ficou depois de um mini makeover com reciclagem de alguns objetos.

Até lá, vemo-nos por aqui. ;D


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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Não quero ir para a escola!


De há uns tempos a esta parte que todos os dias há birra cá em casa...

Nós a queremos que a Rita se despache e ela a enfiar-se debaixo dos cobertores a berrar que não quer ir para a escola e que já inúmeras vezes nos informou que não gosta da escola por isso não se percebe porque é que continuamos a insistir diariamente com isto, mas enfim...Ainda para mais agora descobriu a Escola Virtual, que sem dúvida é um argumento de peso para poder estudar sem ser preciso sair de casa (como se a coisa funcionasse assim...).

Já não é a primeira vez que isto sucede. Ciclicamente a conversa retorna. Agora penso que possa estar associada à vinda das manas, a algumas briguinhas que às vezes há com as colegas de turma e muitas vezes também ao facto de ter andado na noite anterior a esquivar-se a ir para a cama à hora a que é suposto. Embora se possa dizer que a Rita está a lidar muito bem com as novas inquilinas cá de casa, não deixa de ter apenas 8 anos e não é 100% de ferro, por isso volta e meia também lhe "foge o pé para a bébézisse", como é normal e compreensível.

Mas o argumento do "não gosto da escola" parece só ser válido para o período matinal, porque muito frequentemente quando a vou buscar, às vezes até mais cedo do que a hora habitual para lhe fazer a surpresa, sou logo recebida com um "Porque é que é que viste tão cedo? Estava (ou ia agora) a brincar com esta ou com aquela...". Vale a pena uma pessoa esforçar-se? Não se compreende.

Para tentar ultrapassar o stress matinal diário e fazer com que ela saia da cama e se vista rapidamente, quando não resulta a conversa motivacional temos optado por uma arma muito eficaz e que os pais modernos tão bem sabem usar que é a chamada "coação psicológica". Ok, dirão vocês (e diz ela!), isso é chantagem e não é justo, seus maus! É verdade, dou a mão à palmatória. Isso é desumano e não se faz...Mas até agora (e pelo menos até ao final de janeiro) tem resultado muito bem relembrar que temos uns bilhetes para o concerto da Violetta que a qualquer momento podem ser vendidos e fazer outra menina muito feliz :-)

As coisas que os pais "sem coração" têm de fazer para "sobreviver"... :-) Também vos acontece?

Vemo-nos por aqui ;D

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Caracóis low cost (and no heat)

Nas minhas deambulações pelo youtube dei de caras com um vídeo sobre uma técnica de encaracolar o cabelo sem precisar de ir ao cabeleireiro e nem de usar utensílios à base calor, como é o caso do secador ou ferro de enrolar.

Trata-se de uma técnica super simples de fazer em casa que foi a apelidada de "headbang curls" ou "sock curls", porque pode ser feita apenas com uma fita de cabelo ou uma meia de vidro/lycra. O que interessa é que seja de um material confortável, que não aperte nem vinque, porque é suposto dormirmos com isto na cabeça.



Fazendo uma pesquisa mais detalhada percebi que é já uma moda que pegou por todo o mundo, e que se podem encontrar inúmeros vídeos a explicar a técnica, todos muito idênticos, apenas com pequenas diferenças como sejam os produtos que se aplicam no cabelo ou a forma de o enrolar.

De entre os muitos que vídeos que vi, escolhi este que achei que demonstrava bem a técnica.

É claro que para vos estar aqui a "vender este peixe" já o experimentei em mim e confirmo que resulta. No meu caso achei foi que ficou demasiado encaracolado porque torci cada mecha de cabelo e não era necessário. Mesmo escovando acabou por ficar demasiado "armado", por isso para a próxima vou apenas enrolar na fita para ficar uma ondulação mais natural. Também vos posso adiantar que fiz com o cabelo seco e não coloquei nenhum produto, por isso é questão de irem testando a forma como acham que resulta melhor no vosso cabelo.

Fica a dica para quem gosta deste género de penteado e não quer nem gastar dinheiro, nem perder muito tempo, nem danificar o cabelo.

Vemo-nos por aqui ;D

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

O fantástico mundo da washi tape

Washi tape, já ouviram falar? Provalmente não...

Como podem facilmente deduzir pelo nome, trata-se de um produto japonês que não é mais do que uma fita adesiva com padrões coloridos, feita de papel washi, que é semi transparente e que tem a vantagem de ser facilmente removível e reposicionável (estilo post-it). 

Há uns tempos descobri na net as mil e uma coisas giras que se pode fazer com esta fita e fiquei com curiosidade de experimentar.

Esta semana, numa das minhas visitas habituais à loja chinesa cá do bairro, descobri que tinham umas fitas estilo washi, que me despertaram a atenção, mas em vez de serem plastificadas, têm um acabamento semelhante ao tecido (são adesivas na mesma).



Resolvi aproveitar para comprar e concretizar um dos projetos DIY que tinha em mente, que era transformar uma lata (ou outro recipiente cilíndrico, neste caso), num porta canetas para a secretária da Rita.

Cada rolo de fita custou €1 e a quantidade que traz é razoável (4 metros). Havia vários padrões, muitos com florzinhas, mas achei que as pintinhas azuis e rosas se enquadravam melhor no resto da decoração que ela tem no quarto.


Quanto ao recipiente escolhido, em vez que uma lata aproveitei uma embalagem de cappuccino que tinha cá em casa, que tem a vantagem de ter tampa, ser mais "limpinha" e com uma superfície melhor para colar a fita.

Antes de começar a aplicar a fita (de baixo para cima) tentei calcular o espaço que ocuparia cada tira, para ver se dava conta certa até ao rebordo da lata. Como não dava, sobrepus ligeiramente cada camada, que para além de permitir que a última tira não tivesse de ser cortada, garante uma maior resistência da fita (que tem um bocadinho de tendência a desfiar nas pontas).



Apesar desta fita ser mais opaca que a verdadeira washi, mesmo assim fica um bocadinho transparente, o que fez com que, para evitar que se percebesse o rótulo (que não dava para tirar), tivesse optado por dar duas voltas de fita em cada tira. Deu um bocadinho mais de trabalho e gastei mais quantidade mas compensou. Para ficar um acabamento mais perfeito, comecei e acabei cada tira sempre no mesmo sítio, para os remates ficarem alinhados.

E num instantinho terminei a lata. A aplicação é bastante fácil (e até tem o seu quê de zen, bem ao jeito japonês, heheheh). Só é preciso um bocadinho de paciência para a fita ficar o mais alinhada possível.

Optei por não deitar fora a tampa. Encaixei-a na base da lata e assim dá uma maior resistência à primeira tira de fita e pode ser usada para tapar o copo se algum dia a Rita lhe quiser dar outra utilização.


O resultado final ficou bastante engraçado, não acham?

E perguntam vocês: e onde se pode comprar isto?

Há algumas lojas que vendem a washi em Lisboa (peço desculpa aos residentes no resto do país...), mas têm sempre a possibilidade de compar online (deixo os contactos abaixo). Esta versão em tecido devem encontrar provavelmente nas lojas que têm coisas de trabalhos manuais ou mesmo nas lojas chinesas, como foi o meu caso.

Mas nem tudo são rosas relativamente a esta fitinha: a verdadeira é "carota", e dizem as más línguas que a sua utilização é viciante, por isso preparem-se para abrir os cordões à bolsa se vier a ser esse o vosso caso.

Como podem deduzir por esta pequena amostra, não há limites para as utilizações que se pode dar a esta fita. Tanto em coisas "de crescido" como em coisas de criança. É só darem asas à vossa imaginação.

Vemo-nos por aqui ;D

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Onde se pode comprar:
Lisboa: FNAC; El Corte Ingles; At Home Hobby
Online: Made in Paper; Pretty Tape; Cute Tape; Atelier da Tufi

sábado, 25 de outubro de 2014

Reciclagem de vernizes

Resolvi fazer uma revisão aos meus vernizes. Tinha tudo numa bagunça e aproveitei para ver o que já estava bom para deitar fora.

Não costumo comprar muitos vernizes. Estes fui acumulando ao longo do tempo, posso mesmo dizer, de alguns anos. 

Uns são vernizes mais de verão, outros cores mais de inverno, outros opções mais psicadélicas que volta e meia me apetece experimentar, mas que depois passam de moda e já não posso nem vê-las.

Tenho andado atenta às tendências deste outono/inverno no que a unhas diz respeito e ao que parece as cores que vão estar in são os neutros (bege, pastéis, cinzas) e os tons mais arrojados, como o preto, beringela, azul, verde escuro e dourado, nas versões normal, mate ou metalizadas.


Como não tinha nenhuma cor que encaixasse nesta paleta mas que não fosse muito escura, resolvi reciclar um rosa bebé estilo pastilha elástica (Pop Rose, da Risqué) de que já não gostava. Para o tornar mais escuro e mais "pastel", misturei-lhe um pouquinho de um roxo muito escuro (Carmen, também da Risqué) e um bocadinho de um castanho acinzentado da marca Andreia. 


Nota: o tom de rosa original não é o da foto. Aqui já é o resultado final da mistura.

O ideal é não misturar logo grandes quantidades de uma única vez, e ir misturando e testando a cor que está a ficar, de preferência na unha para ser mais fidedigno.

O resultado final é o que podem ver na foto abaixo. Acho que resultou bem e tem a vantagem de ser uma cor discreta que vai bem com a maioria das roupas. 




Por isso já sabem, se tiverem para aí vernizes de que já não gostem, tentem misturá-los com outros de forma a conseguirem os tons pretendidos e que se usam mais. Assim não gastam dinheiro e ficam com um verniz novo super trendy.

Fica a dica. Depois digam-me se resultou.

Vemo-nos por aqui ;D

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Testado novo primer de olhos

Há bastante tempo que não falava de maquilhagem aqui no blog e achei que as meninas interessadas no tema pudessem estar já com saudades.

Ultimamente não tenho feito grandes compras a este nível, pois com as despesas a aumentar com a vinda das gémeas, há que cortar no que é mais supérfluo, e tenho de admitir que este tipo de artigos encaixa na perfeição nessa categoria, com grande pena minha...

Das poucas coisas que comprei recentemente foi este primer de olhos, e só o fiz porque o meu anterior acabou. Mas vejam o tempo que durou! (passou um ano e 8 meses desde que falei disso num post aqui no blog e eu uso este produto praticamente todos os dias).

Em alternativa ao "Primer Potion" da Urban Decay, resolvi experimentar o "Shadow Insurance" da Too Faced (vende-se na Sephora) de que muita gente fala que está ao mesmo nível e é mais barato. No post anterior podem ver um vídeo que compara os 2.

Das poucas vezes que já usei posso adiantar-vos que estou satisfeita. Cumpre o objetivo de servir de base à sombra, realçando as cores e fazendo a maquilhagem durar até ao final do dia, sem acumular na prega da pálpebra, principalmente para quem, como eu, tem a pele um bocado oleosa nessa zona, e não há coisa mais irritante!

Para além de ser mais barato, para mim tem a vantagem de ser mais cremoso (menos seco), o que é um plus na aplicação.

Recomendo portanto a quem usa maquilhagem. Este produto faz muita diferença na sua qualidade e duração.

Vemo-nos por aqui ;D

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Vintage style

Costuma-se dizer que as modas são cíclicas e isso nota-se muito hoje em dia. Já ninguém inventa praticamente nada e são cada vez mais comuns as tendências revivalistas no nosso estilo de vida, no vestuário, na decoração/mobiliário, no design gráfico, etc.

O vintage está (passando a redundância) na moda, e eu estou rendida aos seus encantos.

Cá em casa tenho algumas peças de mobiliário e objetos de decoração vintage a conviver com outros mais modernos. Gosto de fazer estas misturas, como já tinha partilhado num post mais antigo.

Mas já não tenho muito espaço nem "t€€mpo" para estar a mudar a casa toda, por isso tenho de me contentar com pequenos apontamentos, fáceis e baratos de implementar.

Foi isso que resolvi fazer na cozinha, que é de estilo moderno (móveis brancos lacados e revestimentos em pedra cinzenta), mas que achei que estava a precisar de um toque mais retro.

Comecei por encontrar na loja VIVA, duas telas que estavam em promoção (as duas não chegaram a €6), fazendo lembrar os cartazes do estilo american dinner dos anos 50/60. Como o tema era comida, achei que se adequava bem à cozinha. Tenho também alguns apontamentos azuis em tapetes, toalhas, etc. por isso achei que dava alguma cor e combinava bem.


Na minha opinião este tipo de peças vieram dar alguma graça ao espaço, que deixou de ser tão "laboratorial" e sem grande personalidade, para passar a ter um toque mais divertido, familiar e acolhedor.

Continuando com este objetivo em mente, uma destas noites resolvi fazer uma incursão pelo Pinterest à procura de imagens estilo "postal", relacionadas com comida/casa, para afixar no frigorífico e assim complementar o tema. E não é que estas me começam a saltar "como pipocas quentes", cada uma mais gira do que anterior! Confesso que, não me conseguindo decidir sobre quais as mais giras, acabei por imprimir todas as de que gostei e o resultado foi este (OK, admito que ficou um bocadinho cheio, mas eu gosto assim).


Para finalizar a cozinha (que já não tem margem para acrescentar muito mais coisas), tenho ainda pensado comprar um relógio de parede (não tenho nenhum e dá jeito) e uma prateleira branca estilo shabby chic, para colocar por cima do móvel branco estilo chinês que também tenho na cozinha (eu avisei que gostava de misturas!).

Já andei a pesquisar e será qualquer coisa deste género:

Relógio de parede retro (Amazon)


 Prateleira shabby chic (Amazon)

Na prateleira poderei colocar algumas coisas que me dão jeito na cozinha e ainda acrescentar mais alguns objetos vintage :-).

Parece-vos bem?

Vemo-nos por aqui ;D

Bora lá passar da teoria à prática

Photo Credit: Daniel Olah on Unsplash De há uns  largos  meses a esta parte que estou determinada em implementar na minha/nossa vida alg...