sábado, 18 de outubro de 2014

Pure gold (parte II)

A febre do ouro continua cá em casa. 

Quem leu os posts anteriores sobre o tema sabe a que me refiro. 

Mais dois objetos da lista submetidos ao banho dourado: um cesto para cobrir vasos de plantas e um prato de madeira estilo chinês, daqueles que vendem no IKEA.

O vaso tem um rebordo metálico que estava bastante degradado, escuro, com manchas e verdete. O prato tinha-o aqui num canto, encostado à parede, e não sabia muito bem o que lhe fazer por isso resolvi arriscar.



O processo 

O do costume: proteger com fita o que não é para pintar e aplicar a tinta. Desta vez não foi em spray, mas sim de lata, que apliquei com uma pequena trincha. Não apliquei primário e bastou uma demão.



O resultado

Ambas as peças ficaram bem, embora o tom do dourado seja um pouco mais amarelo do que eu tinha em mente. O cesto lá está todo janota com a planta (essa também está a precisar de reforma, diga-se de passagem...) e o prato ficou bem giro debaixo da mesa de centro da sala, com umas bolas de vime que também já tinha. O dourado fez com que sobressaísse mais.



E que tal? Tentados a experimentar aí em casa? Mãos à obra então!

Vemo-nos por aqui ;D


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

E que venham outras tantas...


Um ano e (mais ou menos) 9 meses passados desde o nascimento do blog, eis que chegámos às 7.000 visualizações. É um nº simpático, mas espero não demorar outro tanto a conseguir duplicá-lo, até porque gosto bem mais de números pares.

Ultimamente tenho passado algum tempo a pesquisar e a digerir informação, dicas e ferramentas existentes para dinamizar e tornar o nosso blog um caso de sucesso. Não é coisa fácil para um leigo no assunto, ainda para mais não dominando questões técnicas de programação, webdesign, etc. 

Não tenho a ambição de vir a viver disto (longe de mim!) mas confesso que gostava de o tornar mais apelativo, interativo e de o fazer crescer um pouco mais. Dentro das minhas modestas capacidades vou dar o meu melhor para dar um salto qualitativo (e também quantitativo, pois quantos mais amigos melhor heheheh).

No entretanto, e enquanto isso não acontece, para assinalar a efeméride e alegrar as vistas resolvi apostar num "queridos mudei o look do blog". Espero que gostem!

Obrigada uma vez mais a todos os que me acompanham aqui neste meu "cantinho" e que gostam de ler o que vou partilhando. Os vossos comentários são sempre bem vindos, por isso não se acanhem!

Vemo-nos por aqui. ;D

Mochos para todos os gostos


Não sei se já repararam mas os mochos estão na moda.

Desde que a Rita os declarou como o seu novo animal preferido (influenciada pelas aulas de Filosofia, onde ficou a saber que o mocho é o símbolo da sabedoria), tenho estado mais atenta às lojas e eles andam aí, literalmente por todo o lado. 

Na imagem encontram alguns dos muitos exemplos que descobri online. É apenas uma pequena amostra. Em louça, roupa, caixas, molduras, bijutaria, almofadas, canecas, quadros, etc., eles estão em tudo quanto é objeto. E são bem fofos, tenho de concordar com ela.

E a febre dos mochos está para ficar também cá por casa. Já está decidido que nas paredes do quarto dela, que ainda estão por preencher, vamos ter mochos. Já fiz uma seleção de uns quantos bem giros que encontrei na net. Vou imprimir e fazer uns quadrinhos mimosos. 

O tema da festa de anos também já está decidido. Adivinham qual é? Se mochos ela quer, mochos terá. Ideias de coisas giras para festas é coisa que não falta, por exemplo no Pinterest.

Cá para casa também já comprei um pequenino, em loiça, que encontrei no Espaço Casa (aqui foi um dos sítios onde descobri montes de coisas giras). O P. diz que parece um "ninja" e goza a dizer que fica oprimido por ter o "bicho" a olhar para ele quando está a ver televisão heheheh. Mocho que é mocho tem os olhos esbugalhados, por isso não importa, eu e a Rita gostamos dele na mesma. :-)

E por aí? Quem é fã do sábio bicharoco?

Vemo-nos por aqui ;D


domingo, 12 de outubro de 2014

Quarto da mana mais velha

A decoração de uma casa nunca está completa. E a da nossa não é exceção.

Tenho uma lista gigante de ideias que quero ainda fazer cá em casa. Nunca nada está acabado e há sempre espaço para mais um apontamento ou pormenor.

E há também os "pormaiores", que são as coisas que se considera fazerem parte do kit base da decoração de uma divisão, como é o caso dos cortinados, que compõem e dão conforto ao espaço.

Ainda não tinha colocado cortinado no quarto novo da Rita (que na troca de quarto com as manas teve direito a uma nova cama e a um novo decor de "crescida"). Em boa verdade, dado a Rita ser alérgica aos ácaros, este deveria ser um artigo (juntamente com os tapetes) a dispensar por completo. Mas o quarto estava um bocado "despido" e ficou assumido o compromisso de os lavar com frequência.

Como é hábito quando se trata de cortinados, quando não encontro nada de que goste já feito, opto por ir à pesquisa de tecido nas mil e uma lojas da especialidade que há em Campo de Ourique. Adoro percorrer os corredores e apreciar as tendências e novidades. É uma verdadeira perdição... 

O quarto foi pintado (pelo meu jeitoso mais-que-tudo) de azul, entre o bebé e o celeste. A mobília é branca (tudo do IKEA) e os apontamentos de decoração são verde, rosa e azul.

Por sorte consegui encontrar um tecido com riscas de todas essas cores em tons pastel. Tinha pensado fazer com alças simples mas a minha costureira sugeriu fazer antes lacinhos verdes e rosa para ficar com mais graça. E não é que ficou? 

Varão de metal branco com terminais em bolinha e voilá! (eu sou suspeita) ficou um mimo. 

A Rita adora o ar confortável que dão ao quarto e não quer sair de lá. Missão cumprida portanto.

Para o quarto ficar "fechado" falta preencher mais as paredes e vou ainda meter mãos à obra e reciclar uma sapateira antiga que me dá jeito para guardar os sapatos dela. Depois mostro como ficou.

Vemo-nos por aqui :D

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A sorte (e o mérito) protege os audazes


Em abril do ano passado publiquei aqui no blog um post sobre "a menina que nada teme e só quer aprender", no qual falava da comovente história da jovem Malala Yousafzai e da luta que travou e continua a travar contra a opressão talibã e pela defesa do direito das crianças à educação.

Hoje acordei com a notícia de que a Academia sueca atribuiu o Prémio Nobel da Paz à ativista paquistanesa e ao indiano Kailash Satyarthi, pela sua «luta contra a repressão de crianças e jovens e pelo direito de todas as crianças à educação».  

Sobre Kailash Satyarthi, confesso que ainda não tinha ouvido falar. Fiquei a saber que tem 60 anos é um dos promotores da Marcha contra o Trabalho Infantil e já resgatou mais de 60 mil crianças forçadas a trabalhar e também adultos mantidos sob regime de escravidão. 

No ano passado já muitos reclamavam o prémio para Malala, mas este acabou por ser atribuído à Organização para a Proibição de Armas Químicas, que já estaria "na calha" há mais tempo. Mas fico feliz que o tenha feito este ano. Vai muito a tempo, é certo, porque a sua missão ainda agora dá os primeiros passos.

O presidente da Comissão de Proteção de Crianças enalteceu o trabalho de Malala e Kailash e referiu que «Esta atribuição pode ajudar a estimular a nossa responsabilidade individual e coletiva para que o trabalho infantil seja erradicado. É um estímulo para fazermos mais e melhor em função do futuro das crianças". 

É sem dúvida também um exemplo para as crianças e jovens mulheres de todo o mundo, para que nunca tenham medo de fazer ouvir a sua voz e de lutar por aquilo em que acreditam. 

Só queria ter "um bocadinho assim" da força e determinação dela.

Vemo-nos por aqui :D


segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Pure gold

Recentemente publiquei um post sobre o efeito maravilha que se consegue com uma simples lata de spray dourado, aplicado a objetos simples e sem graça que por vezes temos em casa.

Como tento não aplicar o ditado "em casa de ferreiro espeto de pau", este fim de semana resolvi meter mãos à obra e experimentar algumas das ideias e técnicas que andei a pesquisar.

Identifiquei aqui em casa alguns objetos que claramente estavam a pedir uma segunda oportunidade de brilhar, porque ou eram mais "pobrezinhos" ou porque já estava farta de os ver e resolvi testá-los como cobaias na técnica "toque de Midas", para ver o efeito.


Os objetos eleitos:


Uma jarrinha com flores sempre-vivas que a Ritinha fez para me oferecer. O recipiente é uma embalagem em plástico de leite para gatos que arranjou em casa da tia. Assim em branquinho já tinha alguma graça (ainda para mais tendo sido feito por ela), mas com uma nova roupagem achei que iria ficar um "must"!


Um abajour de candeeiro de pé.


Um vaso de cerâmica que tinha numa das casas de banho.


Uma jarra branca.


Uma moldura pequena de madeira.


Um frasquinho com ambientador. 


Os materiais:

Antes de começar, passei pelo AKI e comprei os materiais necessários: neste caso uma lata de spray dourado e uma lata de primário branco, porque é sempre conveniente aplicar esta base primeiro para a tinta agarrar melhor e não ser necessário gastar tanta quantidade para cobrir a superfície a pintar. Comprei também uma latinha de tinta dourada, para experimentar uma outra técnica, e fita para cobrir as partes a não pintar.



Se as superfícies forem irregulares, estiveram sujas ou danificadas é conveniente limpar, desengordurar e lixar com uma lixa de grão fino. No meu caso arrisquei sem fazer este passo.

Arranjei também uns plásticos para cobrir a zona onde estive a pintar. Cheguei à conclusão que não é boa ideia pousar os objetos no plástico para pintar porque como não absorve a tinta acumula "poças" que depois fazem estragos na qualidade do acabamento. Aspeto a melhorar para a próxima... :-(

Como fazer:

Foi simples. Primeiro apliquei o primário, deixei secar duas a três horas horas, tentei com uma lixa tirar algumas irregularidades, depois apliquei o spray dourado e deixei secar outro tanto de tempo. No abajour não foi necessário o primário.

Na aplicação do spray é preciso alguma paciência pois tem de se aplicar com pequenas bombadas e a alguma distância para não acumular tinta a mais que depois acaba por escorrer e fazer pingo. Também se deve cobrir muito bem com fita o que não é para pintar, para garantir um acabamento perfeito.

Neste caso do frasquinho, a técnica foi despejar a tinta também dourada líquida dentro do frasco e ir rodando para cobrir todas as faces do vidro e no fim escorrendo o excesso para um papel e deixar secar muito bem.


O resultado:

Para primeira experiência gostei do resultado. Acho que deu um ar mais glamouroso aos objetos e um novo brilho à sala/wc. O que vos parece?


A jarrinha até parece de metal! :-)



O candeeiro deu algum trabalho pois não é fácil de pintar. 
Não ficou perfeito, mas gostei do resultado. Tem o inconveniente de tornar o abajour mais opaco, o que diminui a luz emitida.



A moldura ficou com mais destaque e mais harmoniosa no conjunto onde estava.

      O vaso, a jarra e o frasquinho também ficaram bem mais vistosos.




Mas ainda tenho mais uns candidatos ao golden make-over na lista de espera. Depois mostro-vos como ficaram. Espero que tenham gostado.

Vemo-nos por aqui. ;D


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Quando eu for grande quero ser...



Volta e meia eu e o P. fazemos um ao outro esta pergunta à cerca das nossas miúdas: "O que será que elas vão ser quando forem grandes?". 

Tentamos adivinhar como se moldará a sua personalidade, os seus gostos e interesses e o caminho que vão seguir na vida adulta, e como este se concretizará em termos de "ofício" que cada uma delas irá escolher. 

As manas Marta & Maria até agora, com os seus modestos 3 meses de vida, não dão muitas pistas a não ser que gostam de comer, dormir e chorar, mas a Rita volta e meia já partilha os seus planos futuros, que são do mais variado que se pode imaginar.

Até agora já lhe ouvi dizer querer ser artista de circo, ilusionista, paleontóloga e cantora e mais recentemente está a avaliar os prós e contras entre trabalhar na CGD ou no McDonald's, pois ambos lhe parecem divertidos (imaginem!). 

Eu também fui assim, e na minha infância fui uma potencial professora de inglês, arqueóloga, veterinária e hospedeira, até que acabei por não ser nada disso e fui parar ao mundo da publicidade/comunicação, de que gosto muito, é certo. 

Mas por vezes dou por mim a pensar se ficarei por aí, se não seria de arriscar a fazer algo mais...apostando em coisas de que gosto e que, de alguma forma, me completem e permitam tirar partido de algumas aptidões mais "artísticas" que dizem que tenho e, (já agora, que também dá jeito), ainda conseguir um rendimento extra. 

Sair da nossa zona de conforto e arriscar traz sempre receios. E eu não sou diferente do resto das pessoas...Mas ultimamente tenho andado com umas ideias em mente, que, quem sabe, não passarão da teoria à prática? Alguém tem alguma pista do que possa ser? 

Se entretanto ganhar coragem e concretizar alguma delas, dou notícias!

Vemo-nos por aqui :D

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Nem tudo o que luz é ouro...mas ajuda.

Quando era miúda lembro-me de achar que tudo quanto era dourado era do mais piroso que podia haver, quer fosse na decoração da casa, nas jóias, nos acessórios de moda, etc. Aposto que quem é "do meu tempo" se lembra de partilhar da mesma opinião.

Mas as modas são como os interruptores: uma vezes estão ON/IN e outras vezes OFF/OUT.

E o dourado é um desses casos de amor/ódio, pois de há uns anos a esta parte voltou a entrar nas nossas vidas "assim como quem não quer a coisa" e agora parece que veio para ficar (pelo menos por mais uns tempos). Quem antes detestava agora acaba rendido aos seus encantos.

Hoje em dia encontramos o nobre tom em tudo quanto é lado, pois é uma das grandes tendências na decoração, e não só, conferindo um verdadeiro toque de Midas ao mais singelo dos objetos e dotando um qualquer espaço de um outro nível de sofisticação.

E a melhor parte é que não é preciso gastar muito dinheiro para conseguir essa nota de glamour. Basta uma simples latinha de spray e umas folhas de jornal.

Andei à procura de dicas e técnicas para fazer isso nuns objetos cá de casa que estão a precisar de um restyle e descobri alguns exemplos giros e simples de fazer. Clicando nas imagens encontram os respetivos links dos sites de origem.

Ficaram inspirados? Eu cá fiquei.

Neste blog encontram tudo o que precisam saber sobre a pintura a spray.

Então é meter mãos à obra e Just spray it! 

Vemo-nos por aqui ;-)

   Garrafas com vários estilos de pintura
 Decorações de Natal

 Taças e tijelas

 Fruta de Outono

 Espelhos

 Jarras e garrafas de vidro

 Búzios e conchas

 Sapatos

Molduras de espelhos

 Material de escritório

 Objetos de cerâmica

 Ramos secos

 Candeeiros

 Objetos de metal

 Abajours

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Anti-rugas low-cost

No que diz respeito a produtos de beleza, e não só, sempre que tenho uma boa experiência gosto de partilhar, porque as amigas são para as ocasiões e para nos alertar para estas coisas "importantes" ;-) e mais vale uma recomendação de alguém que conhecemos do que toda a publicidade que possa ser feita pelas marcas.

Neste caso, trata-se de um produto que confesso que nunca teria comprado na vida se não fosse o alarido que gerou o estudo feito pela DECO a uma série de anti-rugas existentes no mercado.

Não sei se a DECO é patrocinada pelo Lidl (eu cá juro que não sou), mas o que é facto é que segundo eles, o creme anti-rugas mais baratuxo de todos os analisados (PVP €3,49), aparentemente terá sido o que atingiu a melhor avaliação no conjunto dos parâmetros analisados.  

Trata-se do Creme de Dia Q-10 da marca Cien.

Como andava para renovar o stock do creme de dia resolvi experimentar e posso dizer que estou a gostar bastante. A textura é muito cremosa com um nível de gordura e perfume q.b. para mim. Gosto bastante da sensação que deixa após a aplicação, pois fica a pele hidratada por bastante tempo e bem fofinha. 

Sobre o seu poder anti-rugas não consigo ainda avaliar bem porque para além de estar a usar há pouco tempo, isso é coisinha que só no médio prazo (já para não dizer no longo porque os 40 aproximam-se a passos largos...) é que dá para ver. Mas mesmo que o estudo não seja 100% fidedigno e este não seja o melhor de todos os produtos testados, só pela relação preço-qualidade acho que vale a pena a opção se não quisermos dar muito €€ a ganhar aos grandes laboratórios de cosmética.

Para ficarem com uma ideia, aqui fica a lista dos cremes analisados e a indicação dos respetivos preços:


Análise da Deco/Protest (resultados na íntegra só disponíveis para associados)

Paralelamente, como creme de noite adoptei também a lógica low-cost (isto de ser mãe de gémeas + uma dá-nos para estas tendências forretas...) e passei a usar creme Nívea. 

Sim, o mítico creme da latinha azul que já tem mais de 100 anos e ao que parece era usado por alguns ícones de beleza do tempo das nossas avôs, como a Imperatriz Sissi, Marilyn Monroe, etc. 

O que é um facto é que não é raro ouvir-se senhoras octogenárias com peles brutais a dizer que nunca usaram mais nada toda a vida a não ser Nívea, por isso acredito bem que a coisa faça efeito.



Como é composto à base de lanolina, de água e de óleos essenciais, proporciona uma nutrição profunda e mantém a pele protegida das agressões exteriores. As aplicações aparentemente também são inúmeras: há quem o use como creme de olhos, de rosto, de mãos, de corpo, após a depilação, para tratar o cabelo, tirar cutículas, contra queimaduras, estrias e cicatrizes, como desmaquilhante, para tratamento de eczema, tatuagens, etc. Enfim, só não dá para lavar os dentes e tirar nódoas mas pouco deve faltar ;-)

Eu cá aplico em doses generosas estilo betume, como se fosse uma máscara de tratamento, espalhando bem para o pescoço e colo do peito que também precisam de se manter jovens. Atenção que para peles com tendência para o oleoso esta pode não ser a melhor opção.

Aparentemente a fórmula produzida na Alemanha é mais rica do que a produzida no Chile e no México mas também penso que deve ser a única que se vende por cá (pelo menos é a que tenho encontrado).

Aqui fica um vídeo onde falam um pouco dos "poderes" do clássico creme, para o caso de se sentirem tentadas a experimentar.

E já agora "keep young!" (por dentro e por fora).

Vemo-nos por aqui ;D


terça-feira, 19 de agosto de 2014

As primeiras férias a cinco

Este ano as nossas férias de verão foram "animadas" com a presença dos novos elementos da família.

Carregados de tralha até mais não (o que obrigou a um upgrade do carro), rumámos em direção a sul, como é hábito, conscientes de que não iríamos conseguir aproveitar muito (ou quase nada) do sol e da praia, mas ainda assim animados por poder sair da rotina de Lisboa e ir apanhar novos ares.

Tivemos sorte com o tempo, que esteve sempre do nosso lado, o que é agradecer a São Pedro, uma vez que ouvi muito boa gente noutros pontos do país a queixar-se de menos sorte.

Os dias lá se passaram. Entre fraldas, chuchas e biberons, ainda deu para alguns mergulhos na piscina (porque na praia nem pusemos o pézinho) e uns minutos de sol na toalha a ler um livro. Isto porque tivemos de optar por desfrutar a coisa em modo de turnos alternados, para não ser sempre o mesmo a ficar "de castigo" a tomar conta das manas, que estavam proibidas pela pediatra de grandes andanças.

As noites também foram bem mais caseiras, porque o stress e a logística para sair de casa para uma voltinha nem sempre são compensados pelo bem que sabe, e quando elas, por sorte, adormecem as duas em simultâneo, é de aproveitar as 3/4 horinhas de sossego. Isto já não falando de saídas à noite "à séria", que significa poder ir a estabelecimentos onde "criança não entra" para dançar e beber um copo, que é coisa que não fazemos há uns anos e nem sei quando voltaremos a fazer...bem, o melhor é não pensar muito nisso...

Este ano, como optámos por outra quinzena, falhámos as romarias à Fatacil e Feira do Marisco, com os habituais concerto de Xutos, entre outros, que já começam a ser tradição nas férias. Fomos carregados com as pranchas e também só deu para o P. ir fazer o gosto ao pézinho uma única vez e a Rita só praticou na piscina. Também faltaram a "voltinha dos tristes" na marina de Vilamoura, a ida à Ilha de Tavira, os escorregas dos parques aquáticos e a amada bola de Berlin na praia (que não me faz falta nenhuma, diga-se de passagem, porque ainda tenho uns bons quilos para perder...). Ainda assim, deu para comer uns belos peixinhos grelhados com a mítica saladinha à algarvia que tão bem sabe e não engorda.

E como tudo o que é bom acaba rápido, já estamos de regresso ainda a desfazer malas e a arrumar tralha (a pior parte das férias, sem dúvida...), mas confesso que já tinha algumas "saudades da minha alegre casinha", como diz o outro.

Para o ano há mais e certamente que a animação vai ser a dobrar, ou não, lol :-)

Vemo-nos por aqui.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

O renovado desafio da maternidade (a dobrar)

Já lá vão mais de seis meses desde o último post no blog...

Gosto de escrever por prazer e não por obrigação, por isso quando a vontade não aparece também não insisto. E nestes últimos seis meses foi isso que aconteceu. Não foi por falta de tempo (que tive muito entre mãos) nem de motivo (pois não faltaram novidades para partilhar). 

Digamos que estes últimos seis meses foram uma montanha russa de emoções.

Pudemos dar à Rita a notícia de que finalmente o mano(a) tão esperado(a) não só vinha a caminho como trazia companhia. E como foi emocionante ver a reacção comovida dela, com direito a lágrimas de alegria.

Diz a "sabedoria" popular que "gravidez não é doença" mas o que é certo é que na prática acaba por andar lá muito por perto, principalmente havendo um "inquilino" a mais como foi o meu caso. Muitos dos "efeitos secundários" acabam por ser potenciados em dobro, tal é a loucura das hormonas saltitantes. 

E eu cá tive muito daquilo a que uma grávida pode ter direito: enjoos com fartura, placenta rebaixada, sinusite com direito a dias seguidos de enxaqueca, falta de ar, azia, dores nas costas, pés inchados, insónia durante meses, extremo cansaço, enfim...E isso fez com que tivesse bastante cedo de ficar em casa em repouso, para garantir que as manas se aguentavam no "T-zero" o máximo de tempo possível.

A acompanhar os sintomas físicos, a parte psicológica também é desafiante, com toda a logística e angústias (miaúfa mesmo, não tenho vergonha de admitir) que antecipam a chegada de mais dois membros à família, ainda para mais nos dias que correm. 

Às 38 semanas chegou finalmente o dia desejado. Posso dizer que tudo correu bastante bem considerando tratar-se de gémeas. O mais importante foi que estivesse tudo bem com elas, o que aconteceu. O resto não vale a pena valorizar e qualquer dia já nem me lembro...

Hoje já faz um mês desde esse dia, que parece que foi ontem. 

As manas Marta & Maria estão mais fofas a cada dia que passa. A mana Rita adora-as e quer ser ela a tratar dos seus Nenucos de carne e osso, sem ajuda de ninguém. 

O trabalho é dobrado, o que não deixa grande margem de manobra pelo facto de só sermos dotados de 2 bracinhos per capita. Mas como tudo na vida, é uma questão de hábito e volta e meia dou por mim a pensar que se fosse só uma não era tão divertido.

Esperamos também que passem rápido as noites de insónia que agora nos deixam meio anestesiados, principalmente ao papá que tem de enfrentar um duro dia de trabalho no dia seguinte e anda estilo "walking dead". Qualquer dia também já não nos lembraremos desta fase (estamos a fazer figas...ufff).

Mas resumindo, a nossa família está agora completa e sentimo-nos abençoados por isso. Resta-nos desejar ter muita sorte e saúde para as criar e ver crescer, sempre amigas e companheiras da mana mais velha que tantas alegrias também nos dá.

Sejam bem vindas minhas princesas, tesouros preciosos da mamã e do papá. Que este mundo ao qual agora chegam seja bom para convosco e que a vida vos sorria, sempre.

Vemo-nos por aqui ;-)



Bora lá passar da teoria à prática

Photo Credit: Daniel Olah on Unsplash De há uns  largos  meses a esta parte que estou determinada em implementar na minha/nossa vida alg...